Voltas e voltas dou na cama..
Só com medo de adormecer,
Receio de voltar ao sonho...
Um pesadelo que me faz suar
E acordar sem saber se o mundo em que acordei é real ou ficção
Acordar sem saber se estou mesmo acordada..
Aperto a almofada contra o peito,
Como uma criança agarra no lençol...
O meu rosto encharcado com lágrimas.
Ouço o tic-tac do relógio..
Cada vez mais alto,
Como se algo dentro de mim fosse explodir!
Berro em silêncio!
Só quero que isto se vá embora...
Que abandone a minha alma
Que tenta encontrar no sono a serenidade..
Mas que em vez disso sofre..
Sozinha no meu quarto
Presencio as velas a queimar noite dentro...
Contemplo a chama,
E fico presa, sem conseguir desviar o olhar..
E começo a sentir o quente..
Um quente sem ardor, um quente de protecção...
Como se conseguisse sentir aquele abraço..
De repente vejo a clarão de um raio,
Que atinge a labareda e a apaga..
Perco o meu tecto,
Fico sem amparo…
E observo as gotas de água que começam a cair sobre a cera dissolvida...
Fecho os olhos,
E tudo que consigo sentir são os fantasmas em meu redor,
Parece que sinto a respiração,
Quase que lhes consigo tocar,
Deito-me e olho para o céu,
Esperando que me dês um sinal...
Para que eu possa ver um pouco de luz..
Encontrar a paz de espírito de que necessito..
Não sei onde estás..
Mas preciso de um pouco da tua luz...
Porque só a tua luz tem a intensidade necessária
Para cegar os fantasmas,
Para abandonarem o meu mundo...
Dá-me apenas um sinal...
Só com medo de adormecer,
Receio de voltar ao sonho...
Um pesadelo que me faz suar
E acordar sem saber se o mundo em que acordei é real ou ficção
Acordar sem saber se estou mesmo acordada..
Aperto a almofada contra o peito,
Como uma criança agarra no lençol...
O meu rosto encharcado com lágrimas.
Ouço o tic-tac do relógio..
Cada vez mais alto,
Como se algo dentro de mim fosse explodir!
Berro em silêncio!
Só quero que isto se vá embora...
Que abandone a minha alma
Que tenta encontrar no sono a serenidade..
Mas que em vez disso sofre..
Sozinha no meu quarto
Presencio as velas a queimar noite dentro...
Contemplo a chama,
E fico presa, sem conseguir desviar o olhar..
E começo a sentir o quente..
Um quente sem ardor, um quente de protecção...
Como se conseguisse sentir aquele abraço..
De repente vejo a clarão de um raio,
Que atinge a labareda e a apaga..
Perco o meu tecto,
Fico sem amparo…
E observo as gotas de água que começam a cair sobre a cera dissolvida...
Fecho os olhos,
E tudo que consigo sentir são os fantasmas em meu redor,
Parece que sinto a respiração,
Quase que lhes consigo tocar,
Deito-me e olho para o céu,
Esperando que me dês um sinal...
Para que eu possa ver um pouco de luz..
Encontrar a paz de espírito de que necessito..
Não sei onde estás..
Mas preciso de um pouco da tua luz...
Porque só a tua luz tem a intensidade necessária
Para cegar os fantasmas,
Para abandonarem o meu mundo...
Dá-me apenas um sinal...
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